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Beija-Flor em ensaio de arrepiar na Sapucaí: O bi do Carnaval vem?

Beija-Flor de Nilópolis Rumo ao Bicampeonato: O Ensaio que Agitou a Sapucaí e Deixou um Recado Poderoso!

A Deusa da Passarela está de volta, e com força total! A Beija-Flor de Nilópolis realizou um ensaio técnico avassalador na Marquês de Sapucaí, a poucos dias do desfile oficial do Carnaval 2025, deixando claro que o bicampeonato é o objetivo. Com o enredo "Bembé", a escola de Nilópolis mostrou por que é sempre uma das favoritas, exibindo um desempenho que remete aos seus tempos de "rolo compressor", um estilo que ela mesma ensinou ao mundo do samba. Mesmo com a ameaça de chuva, que castigou outras agremiações, a Beija-Flor foi abençoada e conseguiu desfilar sem precipitação constante, com seus componentes demonstrando uma garra impressionante, fruto de muito treino e dedicação.

Análise e Resumo Detalhado do Ensaio da Beija-Flor de Nilópolis

O último ensaio técnico da Beija-Flor de Nilópolis para o Carnaval 2025 foi um verdadeiro espetáculo, reforçando a ambição da escola pelo tão sonhado bicampeonato. Com o enredo "Bembé", a Deusa da Passarela pisou na Sapucaí com uma aura renovada, livre do peso de anos sem título e determinada a quebrar a "maldição" de 18 anos sem um bicampeão no Grupo Especial. A performance foi marcada por uma evolução altamente trabalhada, um canto potente da comunidade e uma musicalidade latente que contagiou o público. A escola, que será a segunda a desfilar na segunda-feira de Carnaval, demonstrou um entrosamento notável em todos os seus segmentos.

A comissão de frente, sob a direção de Jorge Teixeira e Saulo Finelon, trouxe a ancestralidade do enredo para a avenida de forma impactante. Com um tripé de flores secas e uma pivô que emergia dessas raízes, a coreografia explorou rituais e danças sincronizadas, com elementos típicos do candomblé, em tons terrosos que evocavam a conexão com o passado. Saulo Finelon garantiu que a apresentação oficial será "toda no chão" e repleta de emoção, sem alterações significativas na coreografia em 360 graus, já pensada para atingir todos os lados da cabine de jurados.

O casal de mestre-sala e porta-bandeira, Claudinho e Selminha Sorriso, com mais de 30 anos de parceria, mais uma vez encantou. Selminha, incorporada pela energia de Oxum, exibiu giros e movimentos perfeitamente inseridos na homenagem, utilizando um espelho de Oxum que produziu um efeito visual deslumbrante. Claudinho, em sua postura ímpar de protetor, equilibrou emoção e técnica, garantindo a precisão dos movimentos. A porta-bandeira destacou a importância do enredo "Bembé" no combate ao racismo religioso e celebrou seu trigésimo ano na escola, emocionada com a energia do ensaio, mesmo sob pista molhada.

Na harmonia e no canto, a dupla de intérpretes Nino do Milênio e Jéssica Martin, que substitui o icônico Neguinho da Beija-Flor, mostrou força e entrosamento. Jéssica, em sua estreia como voz principal, destacou-se pela imposição e talento, abrindo portas para outras vozes femininas no Carnaval. Nino, experiente, demonstrou generosidade e musicalidade, refletindo na resposta entusiasmada dos componentes. O samba-enredo, resultado de uma junção, foi amplamente elogiado como uma das melhores obras do Carnaval, com refrões fortes e arranjos que remetem à negritude, religiosidade e ritmo. A comunidade da Beija-Flor, conhecida por seu "rolo compressor", cantou com paixão, confirmando que a harmonia da escola permanece um de seus pilares mais fortes.

A bateria Soberana, comandada pelos mestres Rodney e Plínio, manteve a consistência e a afinação, mesmo diante do clima adverso. O tradicional "paradão", onde a bateria silencia para a comunidade cantar, foi um dos pontos altos, levantando o público. Mestre Rodney expressou sua satisfação com a performance dos ritmistas, que souberam tocar na chuva, garantindo que nenhum instrumento fosse comprometido e confiante na nota máxima para o quesito.

A evolução da escola foi cadenciada e organizada, sem buracos ou atropelos, com alas dançantes e coreografias pertinentes que interagiram com o público. A rainha de bateria Lorena Raissa, "cria" de Nilópolis, desfilou deslumbrante em sua fantasia, exibindo seu samba no pé impecável. O diretor de Carnaval, Marquinho Marino, enfatizou que, com o título do ano anterior, a briga pelo bicampeonato se torna "mais livre", mas não menos desafiadora, ressaltando o trabalho "de formiguinha" e a união de toda a equipe para alcançar o objetivo. Ele expressou satisfação com o desempenho da escola, que chegou ao ponto ideal para o desfile, respeitando as 11 coirmãs igualmente competitivas, mas confiante na força e no trabalho da Beija-Flor.

A Deusa da Passarela em Destaque: O Ensaio que Virou Recado

A Beija-Flor de Nilópolis não veio para brincadeira! Com um ensaio técnico que lembrou os áureos tempos do "rolo compressor", a escola mostrou que a busca pelo bicampeonato do Carnaval 2025 é uma realidade palpável. A energia contagiante e a organização impecável foram o cartão de visitas da agremiação.

O Canto que Ecoa e a Harmonia Perfeita

A renovação no carro de som trouxe frescor e potência. A dupla Nino do Milênio e Jéssica Martin, que assume a responsabilidade de substituir uma lenda, demonstrou um entrosamento impressionante. Jéssica, em sua estreia como voz principal, se impôs com talento, mostrando que o Carnaval tem espaço para mais vozes femininas fortes. O samba-enredo "Bembé", uma das joias deste ano, ecoou com força, embalando a comunidade que cantou do início ao fim.

A Magia do Casal e a Força da Comissão

Claudinho e Selminha Sorriso, o casal que há mais de 30 anos encanta a Sapucaí, entregou uma dança cheia de emoção e técnica. Selminha, com sua energia de Oxum, e Claudinho, com sua elegância protetora, foram um espetáculo à parte. A comissão de frente, sob a batuta de Jorge Teixeira e Saulo Finelon, trouxe a ancestralidade do enredo para a pista, com uma coreografia que misturou rituais e danças sincronizadas, prometendo surpresas para o desfile oficial.

A Soberana Bateria e a Rainha que Encanta

A bateria Soberana, dos mestres Rodney e Plínio, não decepcionou. Mesmo com a ameaça de chuva, os ritmistas mostraram consistência e um "paradão" que levou o público ao delírio. A rainha Lorena Raissa, a "cria" de Nilópolis, brilhou com sua fantasia e samba no pé, mostrando que está mais do que pronta para o grande dia.

O Desafio do Bicampeonato e a Visão da Direção

Marquinho Marino, diretor de Carnaval, resumiu o sentimento da escola: "A briga pelo bicampeonato se torna mais livre." Ele destacou a dificuldade da conquista, lembrando que já se passaram 18 anos desde o último bicampeão, e enfatizou o trabalho meticuloso e a união de toda a escola. A Beija-Flor chega ao momento certo, fortalecida e pronta para enfrentar as coirmãs na busca por mais um título.

A Deusa da Passarela está pronta para brilhar novamente, e o recado foi dado: a Beija-Flor de Nilópolis quer o bicampeonato!

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