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Engenho da Rainha: Atraso e vaias! Mas um casal brilhou no desfile de Carnaval

Engenho da Rainha: Superando Desafios com Arte e Garra na Avenida!

A Acadêmicos do Engenho da Rainha trouxe para a avenida uma homenagem vibrante ao multifacetado artista "Santa Rosa – Negro, Moderno e Plural". O enredo mergulhou na vida de um criador que brilhou como pintor, designer, ilustrador, figurinista, cenógrafo e crítico de arte, celebrando sua genialidade e impacto cultural. A proposta destacou a multiplicidade de talentos de um homem que transitou por diversas linguagens e marcou seu tempo com criatividade e identidade. No entanto, a jornada da escola foi marcada por um início turbulento, testando a resiliência de seus componentes e o ânimo do público.

Um Início Conturbado: O Atraso que Mexeu com a Pista

O desfile da Engenho da Rainha enfrentou um grande obstáculo antes mesmo de começar: um atraso de mais de 40 minutos, causado por fatores externos à agremiação. A longa espera gerou frustração e descontentamento na plateia, com vaias e gritos ecoando na arquibancada. A escola pisou na pista por volta da 1h40 da manhã, sob um clima de tensão e com a necessidade de acelerar o passo para cumprir o tempo regulamentar. Esse cenário inicial, sem dúvida, impactou o ritmo e a harmonia dos primeiros momentos na passarela do samba.

A Arte em Movimento: Comissão de Frente e Casal

Enredo e Evolução: A Mensagem na Avenida

O enredo "Santa Rosa – Negro, Moderno e Plural" foi o fio condutor de todo o desfile, buscando evidenciar a pluralidade do artista homenageado, contando uma história que muitas vezes fica distante dos holofotes. A narrativa foi clara e bem representada nas alas e carros, que ilustravam as diversas formas de arte exploradas por Santa Rosa, como dança, pintura e escrita. A escola conseguiu valorizar a trajetória e a contribuição cultural de um criador negro, moderno e à frente de seu tempo.

Apesar da clareza do enredo, a evolução da escola foi diretamente afetada pelo atraso. A tensão inicial resultou em um ritmo irregular e até discussões entre integrantes da harmonia enquanto aguardavam a liberação para desfilar. A bateria, em um momento de pressa, saiu antecipadamente do recuo. Contudo, a equipe de harmonia trabalhou intensamente para acelerar o andamento e garantir que a escola cruzasse a linha de chegada dentro dos 40 minutos e 58 segundos previstos, mostrando grande capacidade de adaptação e resiliência.

Samba, Canto e Visual: Detalhes da Apresentação

Resiliência Comunitária: O Espírito da Engenho da Rainha

Mesmo com os desafios enfrentados antes e durante o desfile, a Acadêmicos do Engenho da Rainha demonstrou a força de sua comunidade. A bateria apresentou um bom desenho sonoro, com instrumentos perceptíveis e equilibrados, com destaque para chocalho e agogô, sustentando o andamento mesmo nos momentos de maior tensão. A ala das passistas também chamou atenção pela entrega e desempenho. A escola, apesar dos percalços, defendeu sua proposta com garra e manteve sua identidade comunitária até o último minuto, mostrando que a paixão pelo samba é capaz de superar qualquer obstáculo e levar a mensagem à frente.

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