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O samba chora a morte de mestre Monarco

A cultura brasileira está de luto. Faleceu neste sábado, 11 de dezembro, o compositor e presidente de honra da Portela, Monarco. Ele tinha 88 anos, estava internado no Hospital Cardoso Fontes e não resistiu às complicações de uma cirurgia no intestino ocorrida no mês passado. Monarco foi homenageado na sexta-feira, 10 de dezembro, na inauguração da sala de troféus da Portela, que leva seu nome. A última apresentação aconteceu no palco da quadra da azul e branco, durante a Feijoada da Família Portelense de Outubro. Carreira Ícone do samba e reverenciado por todas as escolas, Hildemar Diniz, o Monarco nasceu em Cavalcante e foi morar em Oswaldo Cruz na adolescência. Logo começou a frequentar blocos e fazer participações em composições. Com apenas 17 anos, já conhecido pelo apelido que o tornou famoso, passou a integrar a Ala de Compositores da Portela. Gravou seis álbuns e fez participações em obras de grandes nomes da MPB, como Paulinho da Viola, Martinho da Vila, Marisa Monte e Zeca Pagodinho. É autor de clássicos como Coração em desalinho, Camarão que dorme a onda leva e Onde a dor não tem razão. Foto: Reprodução.
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