Freixo na Mangueira: 'Carnaval é aula de Brasil!' com Mestre Sacaca
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Marcelo Freixo e a Mangueira: Emoção, Bastidores e o Enredo de Mestre Sacaca
O presidente da Embratur, Marcelo Freixo, mergulhou de cabeça na emoção do desfile da Mangueira, a icônica Verde e Rosa que, neste ano, prestou uma vibrante homenagem ao curandeiro amapaense Mestre Sacaca. Mais do que um simples torcedor, Freixo é um participante ativo e um defensor apaixonado do Carnaval, enxergando na festa um motor cultural e econômico para o Brasil.
Análise e Resumo
Pouco antes de pisar na Marquês de Sapucaí, Marcelo Freixo, presidente da Embratur, compartilhou a profunda emoção de desfilar mais uma vez pela Mangueira. A agremiação carioca escolheu homenagear o curandeiro amapaense Mestre Sacaca em seu enredo, um tema que Freixo acompanhou de perto desde a sua concepção. O político, que se declara um fervoroso torcedor da Verde e Rosa, enfatizou sua participação ativa e constante no dia a dia da escola, indo à quadra e ao barracão durante todo o ano, o que demonstra um envolvimento que vai muito além do simples ato de desfilar. Ele descreveu o momento do Carnaval como um reencontro especial com pessoas queridas, um período de grande felicidade, mas também de uma natural apreensão, impulsionada pelo desejo de ver o desfile ser um sucesso absoluto.
Freixo fez questão de ressaltar o imenso esforço manual e o meticuloso trabalho de bastidores que são essenciais para dar vida ao grandioso espetáculo da Marquês de Sapucaí. Ele destacou que cada detalhe, desde uma folha a uma lantejoula cuidadosamente aplicada em um carro alegórico monumental, é resultado do amor, do afeto e da vida dedicados por incontáveis profissionais. Para ele, essas pessoas que atuam nos bastidores são peças fundamentais na construção do Carnaval, e seu trabalho, que muitas vezes permanece invisível ao grande público, merece ser sempre reconhecido e valorizado. Ele pontuou que "muita gente que brilha nessa hora, que queríamos que brilhasse sempre, porque são pessoas incríveis", evidenciando a importância de dar visibilidade a esses talentos.
Aprofundando-se na escolha do enredo, Freixo revelou que sua imersão na história do Mestre Sacaca o levou a uma viagem significativa ao Amapá. Lá, ele teve a oportunidade de conhecer a família do homenageado e visitar seu museu, o que lhe permitiu uma compreensão mais profunda e íntima da rica história da "Amazônia Negra". Essa experiência foi crucial para sua participação ativa nos debates sobre a construção do enredo, que ele considera uma poderosa plataforma para apresentar ao Brasil e ao mundo uma região e uma cultura que, infelizmente, ainda são pouco conhecidas e exploradas pelo restante do país. Ele viu no enredo uma forma de educar e celebrar a diversidade brasileira.
Por fim, o presidente da Embratur defendeu veementemente a necessidade de maior incentivo, patrocínio e investimento no Carnaval. Ele argumentou que a festa é um "negócio muito importante" que traz inúmeros benefícios ao país, não apenas em termos de entretenimento, mas também como um motor econômico e cultural. Freixo concluiu sua fala com a convicção de que o Carnaval é uma ferramenta poderosa para a promoção do Brasil e de suas riquezas, ajudando os brasileiros a conhecerem melhor sua própria terra e diversidade cultural. Ele enfatizou que o Carnaval "ajuda as pessoas a conhecer melhor essa nossa terra", merecendo todo o apoio para continuar sendo essa celebração grandiosa que cativa e encanta o mundo, impulsionando o turismo e a economia local.
A Paixão Verde e Rosa de Marcelo Freixo
Pouco antes de pisar na Marquês de Sapucaí, Freixo compartilhou a alegria de desfilar novamente pela Mangueira. Ele revelou que sua conexão com a escola vai muito além do dia do desfile, sendo uma presença constante na quadra e no barracão ao longo do ano. "Além de desfilar, eu ajudo sempre a construir a escola, vou na quadra, vou ao barracão. Sou uma pessoa presente o ano inteiro na Mangueira," afirmou, destacando o reencontro com amigos e a mistura de felicidade e apreensão que antecede o espetáculo.
O Brilho dos Bastidores: Reconhecimento ao Trabalho Manual
Freixo fez questão de exaltar o trabalho minucioso e dedicado de quem atua nos bastidores do Carnaval. Ele ressaltou que a grandiosidade dos carros alegóricos e o esplendor das fantasias são fruto de um esforço manual e amoroso. "Quando você olha para um carro alegórico tão monumental sabe que cada folha, cada botão, cada lantejoula foi colado por alguém manualmente, com amor, com afeto, com a vida," pontuou, reconhecendo a importância desses profissionais que, para ele, "brilham nessa hora" e merecem ser sempre valorizados.
Mestre Sacaca: Uma Viagem à Amazônia Negra
O enredo da Mangueira, que celebrou o curandeiro Mestre Sacaca, foi uma jornada que Freixo acompanhou de perto. Ele contou que viajou ao Amapá para conhecer a família do homenageado e visitar seu museu, imergindo na história da "Amazônia Negra". Essa experiência permitiu-lhe participar ativamente da construção do enredo, que ele considera uma oportunidade de apresentar ao Brasil uma região e uma cultura ainda pouco exploradas.
Carnaval: Mais que Festa, um Negócio Estratégico
Como presidente da Embratur, Freixo defendeu um maior incentivo ao Carnaval, classificando-o como um "negócio muito importante". Ele argumentou que a festa necessita de patrocínio e investimento para continuar sendo um motor cultural e econômico para o país. "O Carnaval ajuda as pessoas a conhecer melhor essa nossa terra," concluiu, enfatizando o papel da folia em promover o autoconhecimento e a riqueza cultural do Brasil, um país vasto e diverso que ainda se descobre por meio de suas manifestações populares.
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