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Imperatriz Leopoldinense: A 'Certinha' virou 'Safadinha' no Carnaval 2026? Entenda!


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Imperatriz Leopoldinense: A 'Certinha' virou 'Safadinha' no Carnaval 2026? Entenda!

Imperatriz Leopoldinense: De "Certinha" a "Safadinha" de Ramos no Carnaval 2026!

A Imperatriz Leopoldinense, historicamente reverenciada como a "Certinha de Ramos" por seu inegável rigor estético e técnico, está pronta para uma transformação marcante no Carnaval de 2026. A escola de samba da Zona da Leopoldina prepara um desfile que promete ir além das fantasias, alcançando a própria essência de seus componentes e redefinindo sua identidade na Marquês de Sapucaí.

A Homenagem a Ney Matogrosso e a Nova Estética

Em um tributo vibrante ao icônico Ney Matogrosso, a Imperatriz abraça a liberdade estética, a fluidez do movimento e a expressão corporal como pilares de sua linguagem de identidade e transgressão. A escolha do enredo, inspirada na trajetória do artista que fez do corpo uma bandeira da liberdade, impulsiona a escola a uma ousadia sem precedentes.

As fantasias, antes mais contidas, darão lugar a criações mais leves, vazadas e sensuais. Peças que expõem colo, braços e pernas não apenas alteram a visualidade do desfile, mas também proporcionam maior mobilidade e conforto para os componentes, permitindo que o corpo se torne um verdadeiro território de manifestação artística e pessoal.

Nasce a "Safadinha de Ramos": Um Apelido que Celebra a Mudança

Essa nova postura já ressoa na comunidade, gerando um novo e carinhoso apelido entre os próprios integrantes: de "Certinha", a Imperatriz agora é carinhosamente chamada de "Safadinha de Ramos", ou até mesmo "Aparecidinha de Ramos". Essa alcunha reflete a percepção interna de que a escola está rompendo com tabus e se permitindo uma ousadia que, embora nova, não abandona a disciplina que a tornou famosa.

Vozes da Comunidade: O Que Pensam os Componentes?

  • Jessica Rodrigues, historiadora e componente: Ela enxerga o desfile de 2026 como um marco de ruptura, uma oportunidade de "quebrar o tabu sobre sermos tão certinhos". Para Jessica, o samba e o enredo estão transformando a comunidade, atraindo componentes que se sentem representados e impulsionando o crescimento e a evolução da agremiação, buscando temas que "saiam da bolha" e que ressoem com a sociedade contemporânea.
  • Guilherme Figueiredo, professor e estreante: Para ele, a mudança é um processo natural de reinvenção. "Acredito que a cara da escola vai mudando com o passar dos anos e com quem passa por ela. Não existem identidades fixas", afirma. Guilherme traça um paralelo com Ney Matogrosso, um artista camaleônico, destacando que "camaleônico não é só o Ney — hoje é a Imperatriz também", ressaltando a capacidade da escola de se adaptar e se reinventar sem perder sua essência.
  • Vanderlei Gamalho, bancário e componente há 36 anos: A liberdade proposta pelo enredo é sentida de forma tangível. Vanderlei notou a diferença na leveza e na expressividade das fantasias, o que permite uma entrega total na avenida. Ele enfatiza que o tema promove a igualdade e a ausência de preconceitos, incentivando a celebração da vida em sua plenitude.

Tradição e Transgressão: Caminhos que se Unem

A Imperatriz Leopoldinense demonstra que é possível ser rigorosa e ousada simultaneamente. A transformação não significa um abandono de sua identidade histórica, mas sim uma ampliação dela. Ao homenagear Ney Matogrosso, a escola de Ramos reafirma que tradição e transgressão podem, e devem, caminhar juntas. Na Marquês de Sapucaí, a "Certinha" revelará sua nova face camaleônica, provando que a liberdade pode ser um método e, acima de tudo, um espetáculo grandioso.

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