Império Serrano: Presidente revela como vai ganhar o Carnaval sem firulas!
Império Serrano Encanta na Série Ouro com Homenagem Poderosa à Mulher Negra!
O Império Serrano, escola de samba de raízes profundas, pisou na Avenida com um enredo que é pura poesia e resistência: "Ponciá Evaristo Flor do Mulungu". Uma celebração vibrante às personalidades negras, com foco especial na força e na história das mulheres, prometendo arrepiar a Marquês de Sapucaí.
Um Enredo de Força e Raiz
Quando o Império Serrano escolhe honrar suas origens e a cultura afro-brasileira, o resultado é sempre emocionante. O enredo "Ponciá Evaristo Flor do Mulungu" é um mergulho profundo na vida e obra de Conceição Evaristo, utilizando a "escrevivência" para narrar a trajetória de mulheres que são pilares de suas comunidades. É a Serrinha reafirmando seu compromisso com a memória, a representatividade e a riqueza da ancestralidade feminina negra.
A Confiança do Presidente: Foco nos Quesitos
O presidente Jeferson não escondeu o orgulho e a confiança no trabalho de sua equipe. Para ele, o caminho para o campeonato da Série Ouro passa pela excelência técnica e pela dedicação. "A gente não precisa da cambalhota, a gente não precisa de firula para ganhar o Carnaval ou qualquer outra coisa. Carnaval são quesitos", afirmou, destacando a importância da comunidade e da diretoria. Uma aposta clara na qualidade e na tradição do samba, que o Império Serrano defende com maestria.
Comissão de Frente: Emoção e Identidade
A comissão de frente, coreografada por Marlon Cruz, foi um espetáculo à parte, apostando na emoção e na profundidade do enredo. A apresentação trouxe à tona as referências fundadoras de Ponciá Evaristo: a mãe, as tias, as mulheres do cotidiano, a ancestralidade e o poder transformador da escrita. Marlon Cruz expressou sua conexão pessoal com o tema: "A Conceição Evaristo fala da minha mãe, fala da minha avó, fala da minha história... Eu me sinto realizado de contar um pouquinho da história dessa mulher." Uma performance que é pura identificação e arte, transmitindo a potência da "escrevivência" para o público.
Primeiro Casal: Simbolismo em Movimento
Matheus Machado e Maura Luíza, o primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, encantaram com suas fantasias "O Mulungu Ancestral e a Flor do Mulungu", repletas de significado. Matheus representou o mulungu, uma árvore sagrada que evoca a memória profunda, as raízes africanas e a longa jornada da diáspora. Sua performance buscou expressar a solidez e a ancestralidade que sustentam a cultura afro-brasileira.
Maura, a "Flor do Mulungu", encarnou a potência feminina negra, a figura central da "escrevivência-enredo". A flor, nesse contexto, representa um estado de graça, a beleza que emerge da resistência e a mulher negra que, com sua seiva, nutre e dá vida. Ambos os componentes expressaram grande satisfação e emoção com o desfile. Matheus Machado afirmou que o trabalho foi executado com perfeição, superando as expectativas. Maura Luíza, por sua vez, compartilhou a emoção de uma temporada de superação e resiliência, especialmente ao assumir o posto de primeira porta-bandeira. "Eu respirei fundo, trabalhei e consegui. Espero que a apresentação tenha sido na altura que o Império Serrano merece", declarou, visivelmente feliz e orgulhosa do resultado.
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