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Portela incendeia Sapucaí em ensaio técnico com canto forte e bateria!

Portela incendeia Sapucaí em ensaio técnico com canto forte e bateria!

Portela Brilha em Ensaio Técnico: A Águia Voa Alto na Sapucaí!

A Portela realizou mais um ensaio técnico na Marquês de Sapucaí, deixando uma impressão forte e promissora para o próximo Carnaval. A tradicional agremiação de Madureira demonstrou que está em um momento de transição e rejuvenescimento, com a comunidade cantando alto e uma bateria afiada, reafirmando seu potencial para um grande desfile.

Análise e Resumo: O Que A Portela Mostrou na Sapucaí

A Portela realizou um ensaio técnico robusto na Marquês de Sapucaí, destacando-se pelo canto forte e constante de sua comunidade, que demonstrou total domínio do samba-enredo. O entrosamento entre o carro de som, liderado por Zé Paulo Sierra, e a bateria "Tabajara do Samba", sob o comando de Mestre Vitinho, foi um dos pontos altos, criando uma harmonia contagiante que impulsionou a escola pela avenida. A evolução da agremiação se mostrou leve e fluida, com alas soltas na pista e uma atmosfera de descontração, apesar de uma leve queda no trecho final, atribuída ao desgaste físico.

O samba-enredo, "O Mistério do Príncipe do Bará – A oração do Negrinho e a ressurreição de sua coroa sob o céu aberto do Rio Grande", assinado pelo carnavalesco André Rodrigues, foi entoado com vigor, com o pré-refrão "Não há demanda que o povo preto não possa enfrentar" e o refrão principal gerando a maior resposta da pista. A comissão de frente, coreografada por Cláudia Mota e Edifranc Alves, apresentou uma performance tecnicamente sólida, com movimentos consistentes e fortes referências afro, utilizando figurinos brancos e sete personagens em vermelho que evocam Barás. Um momento de grande emoção foi a exibição de um estandarte com a imagem de Gilsinho Conceição, ex-intérprete da escola, gerando uma conexão afetiva com o público.

O casal de mestre-sala e porta-bandeira, Marlon Lamar e Squel Jorgea, reafirmou seu entrosamento sólido e um bailado clássico e elegante. Apesar de um incidente pontual no último módulo de jurados, onde o pavilhão se dobrou brevemente, a dupla demonstrou profissionalismo e controle, mantendo a apresentação estável até o fim. A bateria "Tabajara do Samba" se impôs como um pilar do ensaio, com sua precisão rítmica e a capacidade de convocar o componente a cantar. Um dos momentos mais potentes foi a divisão dos ritmistas para que a rainha de bateria, Bianca Monteiro, assumisse o centro da formação com uma coreografia coletiva sincronizada. Bianca Monteiro, com seu figurino dourado, exibiu muito samba no pé e reforçou sua identidade ligada ao samba de Madureira. A ala de passistas, coordenada por Lucas Matheus, também se destacou com figurinos vermelhos e um desempenho de alta qualidade, preservando o legado de excelência da escola. A Portela será a penúltima escola a desfilar no domingo de Carnaval, e o ensaio técnico indicou que a agremiação está no caminho certo para um grande espetáculo, com ajustes finos a serem feitos, mas uma base sólida e promissora.

Canto Forte e Harmonia Contagiante: O Coração da Portela Pulsando

Se tem algo que a Portela provou na Sapucaí, é que seu coração bate forte no ritmo do samba! O canto da comunidade foi o grande destaque, ecoando pela avenida com uma força e consistência impressionantes. O entrosamento entre o carro de som, comandado pelo talentoso Zé Paulo Sierra, e a lendária bateria "Tabajara do Samba", sob a batuta de Mestre Vitinho, foi impecável. Juntos, eles criaram uma onda sonora que carregou a escola, fazendo com que cada componente cantasse com a alma.

O samba-enredo, "O Mistério do Príncipe do Bará – A oração do Negrinho e a ressurreição de sua coroa sob o céu aberto do Rio Grande", de André Rodrigues, já está na ponta da língua da comunidade. Trechos como "Não há demanda que o povo preto não possa enfrentar" e o refrão principal foram os pontos de maior explosão vocal, mostrando que a Portela está pronta para emocionar e arrastar o público.

Mestre-Sala e Porta-Bandeira: Elegância e Superação

Marlon Lamar e Squel Jorgea, o casal de mestre-sala e porta-bandeira da Portela, demonstrou mais uma vez por que são uma dupla de excelência. Com um bailado clássico e figurinos dourados que irradiavam elegância, eles apresentaram um entrosamento cada vez mais sólido. Squel, com seu sorriso constante e giros precisos, conduziu a dança com maestria, enquanto Marlon respondeu com segurança, reforçando a parceria que já lhes rendeu nota máxima no último Carnaval.

Um pequeno susto no último módulo de jurados, quando o pavilhão se dobrou brevemente, foi rapidamente superado. O profissionalismo da dupla garantiu que a apresentação seguisse impecável, reafirmando a maturidade técnica e a classe que os caracteriza.

Comissão de Frente: Mistério, Movimento e Homenagem Emocionante

A comissão de frente, coreografada por Cláudia Mota e Edifranc Alves, apostou em movimentos consistentes e cheios de referências afro. Os bailarinos, vestidos de branco, evocavam imagens de iniciação no Batuque, enquanto sete personagens em vermelho, com adereços de cabeça e chaves nas mãos, representavam os Barás, em uma leitura estética clara e coerente com o enredo.

Embora a coreografia tenha focado mais na sucessão de movimentos do que em uma narrativa explícita, a execução foi precisa e consciente. O ponto alto, e talvez o momento mais emocionante, foi quando os bailarinos estenderam um estandarte com a imagem de Gilsinho Conceição, o histórico intérprete da escola que nos deixou em setembro. Um gesto de forte carga afetiva que conectou memória, identidade e enredo de forma poderosa.

A "Tabajara do Samba" e Seus Destaques: Ritmo e Glamour

A bateria "Tabajara do Samba", sob o comando de Mestre Vitinho, foi um dos pilares do ensaio. Com uma leitura precisa do samba, os ritmistas não apenas acompanharam, mas impulsionaram o canto da escola. Um dos momentos mais impactantes foi a divisão da bateria, com a rainha Bianca Monteiro assumindo o centro da formação em uma coreografia coletiva sincronizada que arrancou aplausos.

Bianca Monteiro, com seu figurino dourado, esbanjou samba no pé e reafirmou sua identidade ligada à tradição de Madureira. A ala de passistas, coordenada por Lucas Matheus, também brilhou com figurinos vermelhos e um desempenho de alta qualidade, mantendo o legado de excelência da escola.

Evolução Leve e Enredo Promissor para o Carnaval

A evolução da Portela se mostrou leve e fluida, com as alas avançando com naturalidade e muita interação. Um ambiente de descontração e alegria marcou a passagem da Águia, que reduziu o andamento para recompor o conjunto na entrada do segundo recuo da bateria, mostrando organização e controle.

A Portela será a penúltima escola a desfilar no domingo de Carnaval, e o ensaio técnico deixou claro que a agremiação está no caminho certo para um grande espetáculo. Com ajustes finos a serem feitos, a base é sólida e o potencial para brilhar na Sapucaí é imenso.

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