Presidente de honra da Inocentes denuncia venda de vagas e associação criminosa no carnaval
Presidente da Inocentes Denuncia "Associação Criminosa" e Venda de Vagas no Carnaval Carioca!
O Carnaval do Rio de Janeiro, que mal se recuperou da folia, já está fervendo nos bastidores! A apuração da Série Ouro, que rebaixou a Inocentes de Belford Roxo para a Série Prata, virou pano de fundo para uma denúncia explosiva que promete agitar as estruturas da festa. Reginaldo Gomes, presidente de honra da agremiação, não engoliu o rebaixamento e, um dia após o resultado, correu para a Polícia Civil, registrando uma ocorrência que acusa o carnaval de "associação criminosa" e a "venda de vagas" na segunda divisão da folia.
É isso mesmo, minha gente! O bicho pegou! A queixa foi registrada na Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco-IE), e a polícia já está de olho. A solicitação é clara: Reginaldo Gomes precisa apresentar os documentos que ele afirma ter e sugerir testemunhas para que as investigações possam, de fato, avançar. O burburinho é grande, e a comunidade do samba aguarda ansiosamente por mais detalhes dessa trama que parece saída de um roteiro de cinema.
A Inocentes e o Rebaixamento Amargo
Para quem não acompanhou de perto, a Inocentes de Belford Roxo desfilou com um enredo super interessante sobre a influência russa no frevo pernambucano. Apesar da criatividade, a escola não conseguiu convencer os jurados e acabou na 14ª colocação, a penúltima, o que selou seu destino na Série Prata, a terceira divisão que desfila na Intendente Magalhães. Um baque para a comunidade, que agora vê seu presidente de honra em uma cruzada por "transparência" e "lisura" na maior festa popular do país.
Reginaldo Gomes não está para brincadeira. Em um vídeo gravado na porta da Cidade da Polícia, ele deixou claro que sua intenção é ir além da delegacia. O dirigente prometeu procurar a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), a Câmara Municipal e o Ministério Público, com o objetivo de que o "grupo" que, segundo ele, comanda o carnaval, seja investigado a fundo. "Essa quadrilha que comanda o carnaval, hoje, está com os dias contados", disparou Reginaldo, elevando o tom da discussão e prometendo uma verdadeira batalha pela moralização do samba.
A LigaRJ se Defende e Joga Luz no Passado
Do outro lado do ringue, a LigaRJ, responsável pela Série Ouro, não demorou a se manifestar. Em nota oficial, a entidade afirmou que "todas as deliberações" envolvendo a divisão do carnaval "foram tomadas em Assembleia Geral, com a participação dos representantes das agremiações, devidamente registradas em cartório, seguindo rigorosamente o estatuto da liga". Ou seja, para a Liga, tudo dentro da lei, sem espaço para falcatruas.
Mas a LigaRJ não parou por aí e fez questão de lembrar que Reginaldo Gomes já foi parte integrante da própria entidade, participando "ativamente de todas as decisões enquanto integrou a entidade". E tem mais! A nota ainda ressaltou que Reginaldo já presidiu a antiga Liga das Escolas de Samba do Grupo de Acesso (Lesga), e que seu mandato naquele período "foi alvo de diversos questionamentos no meio do carnaval". A Liga, com uma postura institucional de respeito, concluiu seu posicionamento prezando sempre pelo diálogo, mas deixou no ar um certo "quem é você para falar?".
O Grito do Filho: "Intocáveis do Samba" e Incêndios Suspeitos
A briga familiar também entrou na roda! Logo após a apuração, Rodrigo Gomes, filho de Reginaldo e também presidente de honra da Inocentes, usou suas redes sociais para soltar o verbo. Ele marcou sete agremiações, que classificou como "intocáveis do samba", insinuando que esse grupo seria favorecido pelos dirigentes do carnaval. E para dar mais peso à sua denúncia, Rodrigo puxou da memória alguns episódios que levantaram sobrancelhas no passado:
- No ano passado, três dessas escolas (Império Serrano, Unidos de Bangu e Unidos da Ponte) foram atingidas por um incêndio em uma fábrica de fantasias e, pasmem, não foram julgadas no desfile. Um "acidente" conveniente, diriam alguns.
- Já neste ano, a Unidos do Jacarezinho passou por dois incêndios — um na quadra e outro no barracão — e, mesmo assim, "desceu", ou seja, foi rebaixada. Uma diferença de tratamento que Rodrigo Gomes fez questão de destacar, gerando ainda mais questionamentos sobre a equidade do julgamento.
Com tantas acusações e reviravoltas, o que era para ser apenas o fim de um ciclo de carnaval se transformou em um verdadeiro enredo de novela. A busca por "transparência" e "lisura" no carnaval carioca ganhou um novo capítulo, e a expectativa é que essa história ainda renda muitos sambas... ou, quem sabe, muitos depoimentos na delegacia. Fiquem ligados, porque o samba não para, e a polêmica também não!
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