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Salgueiro homenageia Rosa Magalhães em show emocionante para o Carnaval 2026

Salgueiro homenageia Rosa Magalhães em show emocionante para o Carnaval 2026

Salgueiro revoluciona final de samba com espetáculo em homenagem a Rosa Magalhães

A Acadêmicos do Salgueiro inova mais uma vez e transforma a final de samba para o Carnaval 2026 em um verdadeiro espetáculo. Na noite em que a escola escolheu o hino que celebrará o enredo "A delirante jornada carnavalesca da professora que não tinha medo de bruxa, de bacalhau e nem do pirata da perna-de-pau", uma homenagem à icônica Rosa Magalhães, a quadra da vermelho e branco foi palco do show "O vermelho e branco deu Rosa".

Um mergulho na memória do Carnaval

Sob a direção artística de Carlinhos Salgueiro e coreografia de Paulo Pinna, o espetáculo "O vermelho e branco deu Rosa" resgatou momentos marcantes de carnavais memoráveis assinados por Rosa Magalhães. Passistas deram vida a personagens que atravessaram a avenida em desfiles inesquecíveis, como:

  • "Me masso se não passo pela rua do Ouvidor" (Salgueiro, 1991)
  • "Nem todo o pirata tem a perna de pau, olho de vidro e a cara de mau" (Imperatriz, 2003)
  • "Uma delirante confusão fabulística (Imperatriz, 2005)"
  • "Você semba de lá, que eu sambo de cá – o canto livre de Angola" (Vila Isabel, 2012)
  • "A Vila canta o Brasil, celeiro do mundo" (Vila Isabel, 2013)

A apresentação mesclou a nostalgia desses desfiles com a visão contemporânea do Salgueiro, costurando a homenagem à Professora com a energia da agremiação.

"Fazer Rosa é como abrir uma caixa mágica"

Carlinhos Salgueiro, diretor artístico, expressou a emoção de homenagear Rosa Magalhães: "Fazer Rosa é como abrir uma caixa mágica. Rosa Magalhães traz muito conhecimento e sorte para mim. Nós pegamos o que o Salgueiro faz de melhor para homenageá-la". A parceria com o carnavalesco Jorge Silveira foi amplamente destacada, com ambos os diretores ressaltando a genialidade e a proatividade de Silveira, que transforma o processo criativo em uma experiência de aprendizado contínuo.

A tradição de transformar a final em show

O Salgueiro se consolida como pioneiro em transformar a final de samba em um evento de grande porte. Carlinhos Salgueiro relembrou que a ideia surgiu há 25 anos, abrindo caminho para que outras escolas adotassem a prática. "Eu abri portas para que todas fizessem, e me sinto muito honrado por isso", afirmou. Paulo Pinna complementa, vislumbrando um futuro ainda maior para esses espetáculos: "Quem sabe um dia a gente leve para uma casa de shows grande?"

A noite não apenas definiu o samba-enredo do Salgueiro para 2026, mas também celebrou a genialidade de Rosa Magalhães e reafirmou o compromisso da escola com a inovação e a grandiosidade em suas apresentações.

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