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Santa Marta: Cachaça e Samba na Série Prata, mas desfile teve problemas! Veja!

Santa Marta: Cachaça e Samba na Série Prata, mas desfile teve problemas! Veja!

Mocidade Unida do Santa Marta: Samba, Cachaça e Emoção na Intendente!

A Intendente Magalhães ferveu com a chegada da Mocidade Unida do Santa Marta, que abriu os desfiles da Série Prata com um brinde à brasilidade! Com o enredo "Samba é Minha Cachaça", a escola mergulhou fundo na cultura nacional, unindo duas paixões em uma apresentação cheia de sabor e energia.

O Enredo que Embriagou a Avenida

Assinado pela carnavalesca Carila Matzenbacher, o enredo não só celebrou a bebida símbolo do Brasil, a cachaça, mas também exaltou a boemia, a alegria e a figura icônica do malandro no bar com o copo cheio. Para os amantes do Carnaval, foi um verdadeiro convite à festa, marcando ainda o encerramento de uma trilogia temática da escola.

Desfile em Detalhes: Altas e Baixas na Pista

Apesar de ter concluído sua apresentação dentro do tempo regulamentar (38 minutos e 39 segundos), a Mocidade Unida do Santa Marta enfrentou alguns desafios. A evolução da agremiação foi um tanto lenta, gerando espaçamentos entre alas e alegorias desde o início. Mas, como bom folião, a comunidade mostrou garra e animação até o fim, mesmo com problemas no sistema de som!

Comissão de Frente: A Descoberta da 'Santa Cachaça'

Sob o comando do coreógrafo Plínio Costa, a comissão de frente foi um espetáculo à parte! Retratando o trabalho nos canaviais e a descoberta da "santa cachaça", a performance esbanjou sincronismo e energia, transmitindo com clareza a narrativa proposta. Composta majoritariamente por integrantes negros, a apresentação trouxe força e impacto visual poderosos, apesar de pequenos contratempos com elementos do figurino que caíram em cena.

Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira: Elegância em Movimento

Wagner Lobo e Érica Duarte, o casal de mestre-sala e porta-bandeira, desfilou com uma leveza e entrosamento admiráveis. A sintonia da dupla e o domínio dos movimentos foram impecáveis, assegurando uma defesa segura e elegante do pavilhão da escola, reforçando a beleza da dança.

Harmonia e Samba: Ritmo e Emoção

Visualmente, as alegorias coloridas e bem acabadas da escola contribuíram para um desfile vibrante. A bateria do mestre Caliquinho ditou o ritmo com uma cadência firme e bossas que levantaram o público presente. A interpretação de Raí Trovick, alinhada ao samba-enredo, fortaleceu a comunicação com a arquibancada, criando momentos de pura vibração. No entanto, a harmonia oscilou em alguns trechos, com a comunidade perdendo um pouco da energia no canto, o que gerou alguns "buracos" na evolução.

Alegorias e Fantasias: Um Banho de Cores e Criatividade

As alegorias e fantasias foram, sem dúvida, um dos grandes trunfos da Mocidade Unida do Santa Marta. O conjunto de fantasias mostrou uma harmonia estética impecável e total alinhamento com o enredo. A ala das baianas, com figurinos em tons de verde e marrom, e as passistas, em preto e vermelho, criaram um contraste visual deslumbrante. Os tecidos leves e rendados favoreceram a fluidez dos movimentos, potencializando o samba no pé. As alegorias, de grande porte, bem iluminadas e visualmente impactantes, elevaram o nível do desfile e conquistaram elogios do público. Destaque para a terceira alegoria, que representava o trabalho nos canaviais e o processo da cana-de-açúcar, emocionando o público com seu realismo e carga dramática. Foi um verdadeiro show de cores e criatividade na avenida!

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