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Unidos da Ponte: Abre-alas do funk que uniu África e tecnologia e parou a Sapucaí!

Unidos da Ponte: Abre-alas do funk que uniu África e tecnologia e parou a Sapucaí!

Unidos da Ponte Eletriza a Sapucaí com 'Tamborzão': Uma Explosão de Funk e Ancestralidade!

A Unidos da Ponte encerrou os desfiles da Série Ouro com uma apresentação vibrante, transformando a Marquês de Sapucaí em um verdadeiro baile funk. Com o enredo "Tamborzão: O Rio é baile! O poder é black!", a escola de samba fez uma jornada visual e sonora que conectou a rica ancestralidade africana à energia pulsante do funk, tudo isso com um toque de tecnologia futurista.

O Abre-Alas que Virou Síntese: AFRO150BPM

O ponto alto do desfile foi, sem dúvida, o abre-alas, batizado de AFRO150BPM. Projetado pelo carnavalesco Nícolas Gonçalves, a alegoria foi uma declaração de amor ao funk como força cultural das periferias e uma celebração da herança negra em constante reinvenção. Imagine: máscaras que remetiam às origens dos batuques africanos, misturadas a elementos luminosos que apontavam para o presente e o futuro do baile, tudo pulsando em 150 batidas por minuto – a velocidade que faz a gente não parar!

Stevie B: O Toque Internacional no Tamborzão

Para coroar essa fusão cultural, a Unidos da Ponte trouxe um convidado de peso: o cantor estadunidense Stevie B. Conhecido por misturar freestyle, hip-hop e funk, sua presença no abre-alas simbolizou o diálogo internacional da batida negra. Stevie B não escondeu a emoção: "A sensação é incrível. Isso aqui é uma experiência enorme com a cultura brasileira. Mesmo depois de alguns anos vindo ao Brasil, é a primeira vez que sinto isso tão de perto", afirmou, impressionado com a intensidade do ritmo de 150 BPM.

Talentos Brasileiros Brilham no Palco do Funk

Mas a festa não parou por aí! O abre-alas também destacou talentos nacionais que representam a essência do funk carioca. A funkeira Raíssa Real, de apenas 23 anos e estreante na escola, celebrou a oportunidade de desfilar ao lado de grandes nomes do gênero. Ela ressaltou como a alegoria evidenciou mulheres africanas, o DJ monumental e as caixas de som que remetem aos icônicos "paredões" dos bailes. "Tem muita ancestralidade africana, do início do tamborzão ao funk atual. Eles misturaram essas estéticas e eu achei incrível. O enredo está lindo, a música é linda. Acho que vai entregar bastante", disse Raíssa, cheia de otimismo.

A Fantasia que Encantou: O 'Exu da Batida'

Outro destaque foi o figurinista Rafael Rocha, de 27 anos, também em seu primeiro desfile pela Unidos da Ponte. Ele surgiu caracterizado como o 'Exu da Batida', uma fantasia que unia referências afro-religiosas a cabos e conexões do universo sonoro do baile. "É uma energia de chegada. Sinto que estou ajudando a colocar essas batidas para jogo. Minha fantasia é a própria batida, e chegar na avenida já nessa vibração do tamborzão é muito impactante", finalizou Rafael, transmitindo toda a força e misticismo de sua criação.

Com uma proposta ousada e uma execução impecável, a Unidos da Ponte mostrou que o funk tem seu lugar de honra na Sapucaí, celebrando a cultura negra e a potência do ritmo que move o Rio de Janeiro. Um desfile para ficar na memória!

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