Viradouro celebra Mestre Ciça e emociona a Sapucaí com desfile histórico!
Viradouro Brilha na Sapucaí com Homenagem Emocionante a Mestre Ciça!
A Unidos do Viradouro, uma das grandes estrelas do Carnaval, fez a Marquês de Sapucaí vibrar com um desfile inesquecível! A escola de Niterói trouxe para a avenida o enredo "Para cima, Ciça!", uma celebração grandiosa e merecida ao lendário Mestre Ciça, o coração pulsante da bateria. Sob a batuta do carnavalesco Tarcísio Zanon, a Viradouro transformou o sambódromo em um palco de emoções, recontando a trajetória, a ousadia e o legado de um dos maiores nomes do samba.
Uma Viagem às Raízes do Mestre
O enredo foi uma verdadeira aula de história e paixão, mergulhando nas origens de Moacyr José de Oliveira. A proposta da Viradouro foi além de uma simples homenagem, convidando o público a conhecer o homem por trás do mito, desde seus primeiros passos no Morro de São Carlos e na Estácio de Sá, berços do samba e da batida que o consagraria.
O Abre-Alas: "Forjado nas Garras do Velho Leão"
O carro abre-alas, intitulado "Forjado nas Garras do Velho Leão: O Rugir de um Sonho", foi um espetáculo à parte. A alegoria imponente representava o início da jornada de Mestre Ciça, com um leão majestoso simbolizando a força e a tradição, e barracos que se transformavam em tambores, evocando a essência rítmica que define o Carnaval. Era uma ponte visual entre o passado e o presente, a origem humilde e a glória alcançada.
- Morro de São Carlos e Estácio de Sá: Representados como o berço do jovem Moacyr.
- Leão Imponente: Símbolo de força e tradição.
- Barracos-Tambores: Remetendo à origem do samba e da batida de Mestre Ciça.
Vozes da Emoção na Alegoria
No alto do abre-alas, três figuras especiais compartilharam a emoção de fazer parte dessa homenagem. Wagner Bento, Raquel Porasi e Pablo Reinert expressaram o significado de representar o início da história de Mestre Ciça:
- Wagner Bento (43, cabeleireiro): "O Ciça é um cara incrível, ele merece tudo que está acontecendo aqui. Traz o início do samba, o início do Ciça na Estácio, o carro." Para ele, revisitar o começo da trajetória do mestre é um reconhecimento super válido.
- Raquel Porasi (36, arquiteta urbanista): Em sua primeira vez na Viradouro, destacou o valor histórico: "Super importante porque com certeza está trazendo toda a história desde o início da carreira, da profissão dele. Por mais que tenha sido em outra escola, a Viradouro acertou na homenagem."
- Pablo Reinert (28, arquiteto): Ressaltou o simbolismo de celebrar Ciça ainda em vida: "Ele foi uma peça muito importante para a escola, então trazer isso com ele em vida ainda foi muito bacana. A história do Ciça transcende qualquer agremiação."
Para Wagner, estar no carro após seis anos longe da escola foi um "privilégio gigantesco" e uma emoção indescritível. Raquel sentiu-se honrada em fazer parte de uma história tão imensa, e Pablo definiu a experiência como "contentamento e felicidade".
Carnaval: O Palco da Realização de Sonhos
O enredo da Viradouro também ecoou a realização de sonhos de menino. Para Wagner, desfilar naquele carro era a concretização de um desejo antigo. Raquel enxergou no Carnaval um espaço de pura alegria e felicidade, onde a correria do dia a dia dá lugar à diversão. E para Pablo, a experiência era a realização de um "sonho de infância": desfilar na Sapucaí.
A Unidos do Viradouro não apenas desfilou, mas contou uma história com alma, celebrando um ícone e, ao mesmo tempo, a capacidade transformadora do Carnaval. Um desfile que ficará marcado na memória dos amantes da folia.
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